segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Breu (resina)

A escolha do breu certo é uma decisão bem pessoal e pode variar de acordo com o tipo de crina, de corda, assim como, da vontade do instrumentista em querer conhecer e testar as várias vertentes de breus que se adequam melhor ao tipo de corda usada e a temperatura do lugar onde se toca, pois tudo isso interfere na sonoridade.

Normalmente, utiliza-se para cordas de aço breus mais duros, o quais possuem tonalidade escura; para cordas sintéticas um breu intermediário e para cordas de tripa um breu com mais poder de adesão, os quais são claros.
Isto porque os breus escuros são mais suaves que os claros, porque são mais duros e soltam menos pó, tendo um poder de adesão menor. São indicados para cordas de aço, cuja sonoridade já é mais estridente e possuem volume alto.

O breu serve para criar um poder de adesão entre a corda e a crina do arco. Na prática o som sai mais “limpo” e não precisa colocar tanta força no arco pra conseguir tirar o som da corda.
Um arco novo, virgem de breu, não consegue produzir atrito e consequentemente sonoridade no instrumento. A presença de breu no arco é identificável pela coloração esbranquiçada e farinácea, enquanto o arco sem breu possui a cor natural da crina, bem como o brilho natural desta.

A resina (breu) deve ser passada em toda a extensão do arco (na crina), com o arco “tencionado”, ou seja, com as crinas esticadas para se passar o breu, não se deve usar o breu com as crinas “frouxas”. Indico começar pelo talão e depois na ponta concentrando parte da resina nestas regiões, utilizando movimentos repetitivos e incisivos, para depois percorrer o restante da crina, com movimentos mais longos.

Dependendo do tipo de breu utilizado (escuro, intermediário ou claro) uma ou duas passadas já são mais que suficiente (alguns dizem que um bom teste é passar um dos dedos sobre a crina – nunca abaixo, onde se encontra em contato com as cordas, pois existe gordura na mão – se sair um pó branco está bom – tal teste deve ser feito com o arco tencionado). Caso o som saia meio “arenoso” (pastoso), é sinal que o arco tem muito breu.


Passe breu no arco mais ou menos a cada 2 ou 3 horas de uso. Use mais breu se a crina foi recentemente trocada. Não balance o arco no ar para tirar algum excesso de breu; é arriscado bater ou fletir demais.

Algumas Marcas:
Pirastro: A empresa alemã, fabrica breus e cordas da mais alta qualidade. Há modelos de breu para todos os modelos de Cordas Pirastro.
Thomastik
Cellisto – recomendado só para Violoncellos.
Gold – claro e para profissionais.
Goldflex.
Tônica.
Obligato.
Oliv.
Piranito.
Schwarz.
Geipel: Tradicional fábrica alemã. Produz breus de alta qualidade para estudantes e profissionais.
Paganini - retangular na cortiça.
Paganini - redondo ou retangular no pano.
Strauss - redondo no pano.
Geipel - redondo, claro ou escuro no pano.
Geipel - pó em lata.
Geipel - antialérgico no pano (excelente breu, fabricado com uma fórmula para ser manipulado por pessoas alérgicas, com rinite, bronquite, etc. Sua fórmula, faz com que seu pó não tenha cheiro. Excelente breu com grande aderência nas cordas. Breu alemão).
Geipel - golden basic.
Sonic – para violino, claro e escuro.
Petz

Os preços pode variar bastante. Mas em média um breu com uma qualidade boa e acessível, custam em torno de 60 reais. 
Um profissional que toca horas todos os dias tem a durabilidade de seu breu em torno de 4 meses. Estudantes que estão começando ou violinistas não muito aplicados, tem a durabilidade de seu breu estendida por vários meses. 







segunda-feira, 29 de abril de 2013

Casamentos

Para aqueles que procuram sugestões musicais para casamentos, formaturas, recepções e diversos eventos, acompanhem e curtam a página no facebook:

www.facebook.com/OpusVivace

A música é parte fundamental destes momentos que ficaram registrados para sempre no coração daqueles que participam.
No link acima, vocês encontrarão gravações e filmagens para que compreendam o que quero dizer.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Diferença entre Samba e Pagode


Samba é um gênero musical e um tipo de dança de raízes africanas surgido no Brasil e é tido como o ritmo nacional por excelência. Considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras, o samba se transformou em símbolo de identidade nacional. Dentre suas características originais, está uma forma de dançar acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, alicerces do samba de roda nascido no Recôncavo Baiano e levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que migraram da Bahia e se instalaram na então capital do Império. O samba de roda baiano, que em 2005 se tornou um Patrimônio da Humanidade da Unesco, foi uma das bases para o samba carioca.Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Samba
Pagode é um gênero musical brasileiro originado no Rio de Janeiro a partir da cena musical do samba. Estilo musical mais comum nas favelas e locais com baixa concentração de renda, como conjuntos habitacionais e subúrbios. Esta é a forma pejorativa e preconceituosa que esta palavra assumiu. Na verdade o pagode não é exatamente um gênero musical. O pagode, na verdade, era o nome dado às festas que aconteciam nas senzalas e acabou se tornando sinonimo de qualquer festa regada a alegria, bebida e cantoria. Prova de que o nome em nada tem a ver com o rítmo, é a música Pagode de Brasília gravada por Tião Carreiro em 1959, cuja roupagem em nada lembra nenhuma das variações do samba. O termo pagode, começou a ser usado como sinônimo de samba por causa de sambistas que se valiam deste nome pra suas festas, mas nunca o citaram como estilo musical. Isso pode ser bem percebido pela letra “Pagode do Vavá” de Paulinho da Viola, “Pagode pra valer” de Laci Brandão ou qualquer outra do grupo Fundo de Quintal, considerado por muitos o primeiro grupo de pagode do Brasil. Acabou se tornando uma referência para os leigos que falam sobre pagode, forró ou axé. Sendo que nenhum destes são gêneros musicais ou mesmo rítmos. E atualmente é usado de forma pejorativa por alguns e de forma descabida inclusive por “músicos do Gênero”.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Adele Partitura - Rolling in the deep

Para aqueles que gostam do fenômeno chamado Adele, segue abaixo a partitura para solo e piano de Rolling in the deep. Música lançada em novembro de 2010 na Holanda, fazendo sucesso no Brasil em 2011.

 



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Pizzicato

Nos instrumentos de cordas friccionadas, quando deixa-se o arco de lado e utiliza-se o dedo para tocar, chamamos de pizzicato. Esta técnica é um ornamento dentro da música e não como a música é tocado integralmente, a não ser em exceções como em Pizzicato Polka J. Strauss (filho).


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Tema de Harry Potter partitura

Para todos aqueles que foram e ainda são fãs de Harry Potter, segue abaixo partitura do tema do filme, composto por John Williams, um dos grandes mestre das trilhas musicais do cinema!

Música muito fácil que pode ser executada por dois violinos, ou mais, caso algum segundo violino faça o divise e não atrapalhe o solo do primeiro, que deve ficar em evidência.
Cuidado para o vibrato não parecer um cabrito berrado, isso deixará a música tão mortal quanto Voldemort.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Songbook: Chorinho


Para completa o post anterior, resolvi enviar tres songbooks de chorinhos.
O primeiro contém as melhores obras de Pixinguinha, e o segundo e o terceiro é uma coletânea com vários chorinhos de diversos autores.

http://www.4shared.com/office/7t1JylG1/Songbook_-_Chorinho.html

http://www.4shared.com/get/6K_7Yp70/songbook_o_melhor_do_choro_bra.html

http://www.4shared.com/get/0IEpmI3D/Songbook_O_Melhor_do_Choro_Bra.html